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Trovão Afetuoso - O blog do Régis


Esse blog tá em processo de desmanche. Se quiser ler algo novo, favor se dirigir ao www.registrovao.zip.net

Escrito por Régis às 15h59
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Esse blog tá em processo de desmanche. Se quiser ler algo novo, favor se dirigir ao www.registrovao.zip.net

Escrito por Régis às 15h58
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Esse blog já era. Dentre outras impossibilidades, agora não consigo mais postar fotos. NÃO EXISTE ESPAÇO SUFICENTE NA SUA ÁREA, é o que me avisa o UOL BLOG. Talvez eu abra outro, sei lá, quem souber como corrigir isso, sem que eu tenha que abrir outro blog, por favor, me avise. Mesmo assim, não posso deixar de avisar sobre a Mostra CEMITÉRIOS DE AUTOMÓVEIS que começa hoje. Tentei tungar do blog do Mário o cartaz da mostra e postar aqui, mas como disse, não foi possível.

 

Segue abaixo o serviço da peça de estréia.

 

 

 

 

DIÁRIO DAS CRIANÇAS DO VELHO QUARTEIRÃO

Texto e Direção : Mário Bortolotto

Elenco : Eucir de Souza, Fernanda D´Umbra e Mário Bortolotto.

 

Operação Técnica : Marcelo Montenegro

 

Produção : Wilton Andrade e Fernanda D´Umbra

 

Assistente de Produção : Mariana Leme

 

Cenotécnico : Régis Santos

 

Estréia hoje no Espaço dos Satyros 1 – Meia-Noite

Sexta e Sábado (só até o dia 25)

 

Praça Roosevelt, 214 - Tel : 3258-6345

 

Ingressos : R$ 20

 

 

Depois da peça é o de sempre, a rapaziada toda vai lá pro TROVÃO BAR/CAFÉ DOS SATYROS.

 

 



Escrito por Régis às 16h46
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CANÇÃO PRO ETERNO E PRO AGORA

 

Agora já podemos falar de realidades bem além das virtuais

Aonde chegamos já podemos ver um futuro além dos varais da vizinhança

Alguns caminhos eu acredito mesmo que não têm mais volta

Daquilo que existe entre mim e você, e se lambuza agora em vinho tinto,

tiro o alimento que alimenta a alma e mantêm a carne mais serena.

Enquanto isso, só nos resta nos refestelarmos sobre as rosas vermelhas que espalhamos pela cama

E e entre defeitos e orgasmos, do sexo, pra ser mais exato, e dos fatos errados propriamente ditos, não deixemos nada escondido no vão escuro dos móveis, o tal do dito pelo não dito, entende?

Nada de palavras jogadas sobre a poeira que ainda repousa naquele

porta-retrato esquecido lá naquele lugar onde só deveriam estar as roupas.

O resgate das coisas boas por necessidade e justiça.

 

Eu lembro do pacto que fizemos quando nos conhecemos

De envelhecermos juntos e seguirmos assim, exatamente como estamos:

Eu cuidando de você e você cuidando de mim

E antes que concluíssemos o trajeto Praça da Sé-Itaquera arrematei:

À partir de agora você está sob minha proteção.

 

Tem algumas coisas na nossa vida que ninguém tira da gente

Nem os olhos enormes que nos olham, nem o tempo, nem a morte.

E o resto são apenas bijouterias e nada mais

 

                       (Régis)

 

                      

 Estamos fazendo hoje 10 anos de casado



Escrito por Régis às 00h41
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DA SÉRIE NOVIDADES DO CEARÁ

 

 

Já comentei aqui nesse semi-abandonado blog (por falta de tempo e excesso de sono), que eu trouxe uns discos das bandas que tão fazendo um trabalho de guerrilha em FORTALEZA, dentre esses discos eu trouxe um de uma banda (que na verdade nem é de Fortaleza, e sim do Rio Grande do Norte) agenciada pelo Glauco Gobatto, (opa, como ele mesmo diz, agente é o caralho, sexto membro) figuraça, Gaúcho que adotou Natal como sua terra e, assim como eu e a Déia, também estava hospedado na casa do meu amigo Ziraldo. O nome da banda é JANE FONDA, formado por uma molecada que faz um hard rock vigoroso, e tem essa letra, dentre outras, que eu acho do caralho.

A foto abaixo foi tirada no dia em que eu conheci o Glauco, na casa do meu amigo Beto Skeff, fotógrafo de raríssima sensibilidade, fotos essas que eu vou postar por aqui ao longo da semana.

 

 

 

Da esq. pra dir. sentados: Ziraldo, Eu e Déia

Da esq. pra dir. em pé: Beto (o cara mais engraçado de lá, suas imitações são impagáveis, inclusive quando me imitava) Glauco Gobatto, Edson e Beto Skeff, (que disponibilizou algumas garrafas de black White nessa noite e nos serviu com a melhor muqueca de camarão que eu já comi na vida)

 

 

(Segundo o UOL, eu excedi os limites de caracteres, então tive que divir em dois posts)



Escrito por Régis às 15h45
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Granizo

(Letra e musica:Jão Saraiva)

 

Eu chovia por dentro, azia de Granizo

Minha sabotagem contra eu mesmo

Sou perito em demolir, quebrando tudo,

O que tem chance de dar certo

 

Você não precisa ser perfeita

Só me fazer rir e dar sorte na vida

 

Morrendo tudo que houver puro

Eu chovia por dentro, azia de granizo

Minha sabotagem versus eu mesmo:

Sou perito no assunto

 

Você não precisa ser perfeita

Só me fazer rir e dar sorte

Mentir só o indispensável

Falar palavrão pra caralho

Sofrer algum medo estranho

Beber ao menos vez em quando

Haver chorado pensando que o mundo foi feito errado

Saber um jeito fácil de dizer:

“Que espera um pouco mais de mim”

 

(Letra e musica:Jão Saraiva)

 

Essa canção está no primeiro cd da banda chamado "ESSES DIAS NÃO IRÃO PRA HISTÓRIA"

 



Escrito por Régis às 15h13
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DAS AREIAS DO CEARÁ ÀS RUAS DE SÃO PAULO

PARTE I

 

Aê rapaziada, ascendam mais um Marlboro. Peçam mais uma dose e puxem mais uma cadeira. Após 24 dias de muito sol, Ypióca, água de coco, carne seca, um mar de água quente e reminiscências da infância em terras alencarinas, eu estou de volta. Já tava sentindo falta de tudo que havia deixado aqui: Da poluição, do céu cinzento, do trânsito, já tava sentindo falta da Pça Roosevelt, do Satyros/Trovão Bar, da Rua Augusta, da minha casa, dos meus velhos casacos, da minha motoca, das minhas tranqueiras amontoadas por todos os cômodos, dos meus discos, dos meus livros e de tudo que representa exatamente o que sou hoje.  Definitivamente, e ao contrário de alguns amigos daqui, eu não nasci mesmo pra tríade chinelo-bermudão-camiseta, isso pra não citar a indefectível duplinha areia e forró, meu Deus, quanta areia e quanto forró prum Estado só. Mas preciso ressaltar que me embrenhei mesmo foi no rock ‘n roll cearense (??). Sim, no Ceará também tem rock ‘n roll, rock ‘n roll de guerrilha, (tem que ser guerrilheiro pra combater essa praga de calipysos, mastruz com leite e outras deformidades musicais). Fui salvo por um amigo de infância, (Grande Ziraldo), que é locutor da FM CIDADE e através de seu programa é um dos maiores incentivadores da “cena” local. “Marião e Pierre, trouxe uma pá de cd’s das bandas locais, depois apresento a vocês e ao restante da rapaziada que tiver apetite para novidades)”. A noite Fortalezense tá tão foda que até um maluco cantando The Doors num inglês meio "estranho", pra dizer o minímo, e recitando Baudellaire (imagino que num francês pior ainda) eu trombei por lá. Óbvio que de imediato eu lembrei do meu amigo Paulo de Tharso, mesmo o cara não tendo nem a metade do vigor etílico do dândi Picanha. Descobri isso quando tava indo embora e vi o cara dormindo, espalhado feito uma gelatina, em cima da mesa de bilhar. Nicolas, já tem indie até em Fortaleza, vi um monte de “Zés Mishimas” por lá. Mas ao assunto praia, rock n roll e amigos eu volto depois.

 

E pra terminar uma constatação (como se precisasse): Por todos esses dias fora, vi que gosto mesmo é dessa balburdia toda, e tenho certeza que se não fosse a alegria da minha velha com a minha presença e a sensação chapada que foi sentar pra ver o pôr-do-sol à beira mar tendo como companhia apenas a minha mulher (felicíssima por, segundo ela, estar no “paraíso”) e um moleque que se revelou “ao vivo e em cores”, um puta cara (corujices à parte, eu já imaginava) o grande Vinícius, certamente eu teria voltado numa semana. “Aí Anselmo, passar o dia com filho fazendo umas perguntas cascudas é mesmo do caralho, lembrei muito de você nessas horas”.  Sobre o meu rebento o mínimo que tenho a dizer é que apesar do pai não ser lá essas coisas, o moleque é foda, com apenas treze anos põe metade da molecada que freqüenta a Vila Madalena e Pinheiros no bolso, com um só comentário. Acho que esses motivos todos me fizeram gostar desses 24 dias longe de São Paulo. Quanta a Déia, bem, acho que a garoa paulistana muito em breve perderá uma de suas filhas para o calor cearense, isso se eu não conseguir dissuadí-la da idéia... Porra, Déia e suas idéias (ih caralho, que trocadilhozinho mais besta). Mas tá valendo.

 

 



Escrito por Régis às 16h20
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APESAR DO QUE APARENTA,

ESSE BLOG NÃO ESTÁ MORTO.

NEM EU

 

 

Aí eu fico pensando, cá com os meus cigarros, numas coisas, que se não são tão sérias ao ponto de tirar o sono, que já tanto me falta, também não são tão bobas pra serem desprezadas com o esquecível do cotidiano. Algumas dessas coisas precisam ser resgatadas, jogadas que estão, e não por vontade própria, no limbo do esquecimento, porque outras já foram aniquiladas pela rotina esgarçada que destrói afetos e dilue em hábitos dispersos aquilo que vale e merece fogos de artifícios todos os dias. E enquanto isso Bob Dylan diz pro “Sr. Tamborileiro levá-lo até às ruínas brumosas do tempo, passando longe das folhas geladas, das árvores assombradas, assustadas, até à praia de vento uivante, longe do alcance retorcido da tristeza malsã”. Porra, esse continua sendo o cara. Repeat. Faixa três agora: Shot Of Love...”I don’t need no alibi when I’m spending time whit you”.

 

O que vem como poeira, com o vento se vai, mas não é disso que eu estou falando. O perene não me interessa mais, depois dos trinta a gente busca transcendências através do aconchego, do enraizado, e não falo de arte, que é outro estado de consciência, falo do já citado afeto, mesmo que venham de trovões, relâmpagos permanentes, seja lá de onde for, afeto eterno. Falo de companheirismo, de cumplicidade, que só os dias que se sucedem é que trazem, e é o tempo que solidifica e nos aponta, “hei cara, ta ali, ta ali o que você procura”. Mas posso ta errado agora, e amanhã buscar o certo via o torto, de novo. Mas hoje não. Pelo menos hoje não.

 

 

 

 

 



Escrito por Régis às 17h33
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A Serpente que Dança

(Charles Baudelaire)

 

Em teu corpo, lânguida amante,
Me apraz contemplar,
Como um tecido vacilante,
A pele a faiscar.

Em tua fluida cabeleira
De ácidos perfumes,
Onde olorosa e aventureira
De azulados gumes,

Como um navio que amanhece
Mal desponta o vento,
Minha alma em sonho se oferece
Rumo ao firmamento

Teus olhos que jamais traduzem
Rancor ou doçura,
São jóias frias onde luzem
O ouro e a gema impura.

Ao ver-te a cadência indolente,
Bela de exaustão,
Dir-se-á que dança uma serpente
No alto de um bastão.

Ébria de preguiça infinita,
A fronte de infanta
Se inclina vagarosa e imita
A de uma elefanta.

E teu corpo pende e se aguça
Como escuna esguia,
Que às praias toca e se debruça
Sobre a espuma fria.

Qual uma inflada vaga oriunda
Dos gelos frementes,
Quando a água em tua boca inunda
A arcada dos dentes

Bebo de um vinho que me infunde
Amargura e calma,
Um líquido céu que se difunde
Astros em minha alma!
 

 (Tradução: Ivan Junqueira e Guilherme de Almeida)

((tTradução de Guilherme de Almeida e Ivan Junqueira)



Escrito por Régis às 13h54
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UM PROGRAMA DOS BONS PRA UMA SEXTA – FEIRA DAS BOAS

 

É verdade que ando totalmente ausente deste blog, deste e de todos os outros que costumo ler com freqüência. Essa ausência involuntária se dá muito mais por falta de tempo e excesso de sono do que de um desinteresse repentino. E enquanto isso, o corpo vai se acostumando aos horários malucos com os quais estou me virando pra manter o BAR DO TROVÃO o lar doce bar da rapaziada e o meu próprio, é claro . E por falar em BAR DO TROVÃO, hoje, assim como todas as quintas e sextas feiras tem a peça do meu amigo João Fábio Cabral, UM INESQUECÍVEL PRESENTE DE QUINZE ANDARES, e, pra iniciar o final de semana em grande estilo e, sobretudo, dá uma turbinada nas finanças da companhia do João, ele e sua trupe estão organizando pra hoje uma super festa. Sugiro, sugiro não, intimo a todos a comparecerem, por que vai ser mesmo do caralho, e de quebra ainda serve como aquecimento para o sábado, mas a esse assunto eu volto amanhã. Então tá dado o recado, a PEÇA começa às 21:30 hs e a FESTA começa às 23:00 hs. A discotecagem vai ficar sob a responsa do Nicolas, mas é claro que eu não vou deixar de rolar os meus James Brow, George Clinton, De la Soul e mais uma ou outra levada black brasuca, só pra ver quadris se mexerem e pernas se abrirem, pra dançar.



Escrito por Régis às 10h56
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A FURIA DOS DESCONTENTES E O SILÊNCIO DOS RESIGNADOS

 

Quando foi que perdemos a inocência? Quando foi que EU perdi a inocência e não vi ir embora sorrateiramente as minhas poucas virtudes? No jogar permanente dos dados, eu estou perdendo o jogo, sinto que estou perdendo, não sei até quando. E agora me vejo no vão escuro das coisas sem importâncias, quase um resignado, mudo, num silêncio gelado que trai, dia após dia, a minha tagarelice constante. E o pior é que eu não tenho nada a dizer, ao menos por enquanto. E mesmo que só eu saiba que reside em mim a fúria dos descontentes, há um cansaço mal disfarçado e uma coragem alquebrada que não passa, que não cessa. E tem gente especial demais pra ser ignorada que também está perdendo a paciência.

Mas eu quero descobrir tudo de novo, mesmo que o olhar e a percepção não sejam mais os mesmos, EU QUERO DE VOLTA TUDO AQUILO QUE A MINHA PRESUNÇÃO E O MEU EGOISMO BEM DISFARÇADO NEGLIGENCIARAM NOS MOMENTOS IMPRECINDÍVEIS. Porque é preciso resgatar um monte de coisas que não estão nos bolsos do velho casaco de couro, nem sob a poeira fina dos móveis, nem no fundo daquela gaveta onde só tem cartas não respondidas e contas não pagas, nem entre as páginas amareladas de algum livro esquecido na última prateleira da estante que há muito tempo não arrumamos. E entre a indisposição revelada nos gestos "indelicados" e a vontade ofuscada pelo meu jeito relapso de tratar as coisas que eu só eu julgo desimportante, está a necessidade de fazer (e farei) contornos difíceis de serem explicados aqui até chegar a botija desaparecida sob conflitos inúteis e alguma indiferença, minha, devo admitir. Tudo para que depois possamos pôr na frente dos bois, não os carros, desgovernados como agora, mas as nossas gargalhadas, afinadas como eram antes. Como sempre foram. 

 

Eu só sei que no fim da festa, na contagem dos corpos no chão e dos copos sujos sobre a mesa, só restam mesmo os grandes caras, caras rock ‘n roll, porque os bostas, os caras bossa-nova-cuca-fresca, esses vão embora antes da conta chegar e nem se despedem do garçons.

 

 



Escrito por Régis às 05h10
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Por que a gente é assim?

Mais uma dose?
É claro que eu estou a fim
A noite nunca tem fim
Por que que a gente é assim?

Agora fica comigo
E vê se não desgruda de mim
Vê se ao menos me engole
Mas não me mastiga assim

Canibais de nós mesmos
Antes que a terra nos coma
Cem gramas, sem dramas
Por que que a gente é assim?

Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim
Baby, por que a gente é assim?

Você tem exatamente
Três mil horas pra parar de me beijar
Hum, meu bem, você tem tudo
Pra me conquistar

Você tem exatamente
Um segundo pra aprender a me amar
Você tem a vida inteira
Pra me devorar
Pra me devorar!

Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim
Por que a gente é assim?

(Cazuza/ Eequiel Neves/Frejat)



Escrito por Régis às 05h08
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ROLLING STONES – A BIGGER BANG

 

 

 

Pois é, enquanto a grana não sobra para um monte de coisa, dentre elas a aquisição do novo cd dos Rolling StonesA Bigger Bang, sigo por aqui ouvindo o meu  Exile On Main Street, o que devo confessar, não é nenhum sacrifício.

 

 

E já que nos últimos dias falamos e falaram tanto em chapéus e bandanas, eis abaixo duas fotos do velho Keith Richards, porque esse sim é O CARA, o resto eu não sei quem é.

 

 

            

 

 

 



Escrito por Régis às 20h37
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HOMENS, SANTOS E DESERTORES, DE VOLTA

E

FESTA NO TROVÃO BAR

 

Vou avisar com antecedência pra ninguém dizer que não foi porque não sabia: Sábado, 24/09, volta HOMENS, SANTOS E DESERTORES, e como coisa boa é melhor ainda quando vem bem acompanhada, nesse dia, vou repetir, 24/09, próximo sábado, além do retorno de HOMENS, SANTOS E DESERTORES, com Mário Bortolotto e Gabriel Pinheiro, direção de Fernanda D’umbra, vai rolar uma puta festa no TROVÃO BAR. Sim, sim, preciso repetir, além do retorno de HOMENS, SANTOS E DESERTORES, haverá a primeira festa oficial do TROVÃO BAR. Na ocasião, vou dividir a discotecagem com Nicolas Lee e o inigualável Zé Adhoro Mishima.

 À partir da meia noite vai ter muito James Brow, Tupac, Soul 2 Soul, Lauren Hill, Marvin Gaye, Tim Maia by Régis, muito The Cure, New Order, David Bowie, Susi In The Bunshes by Zé Mishima e um montão de Strokes, The Killers e outros sons da safra anos 2000 pelas mãos de Nick Cassady pra fechar a noite, ou seja, som pra todos os gostos e não parar sentado.

 

Então, tá dado o recado. Mas nunca é demais repetir: Sábado, 24/09, volta HOMENS, SANTOS E DESERTORES, e após a peça haverá a primeira festa oficial do TROVÃO BAR, ou BAR DO TROVÃO, como queiram. Anote na agenda, na mão, pregue bilhete na porta da geladeira, peça a algum amigo pra te lembrar, mas não esqueça, é SÁBADO, 24/09, a volta de HOMENS, SANTOS E DESERTORES e a primeira festa oficial do TROVÃO BAR. Tudo isso acontece no ESPAÇO DOS SATYROS DOIS, Pça Roosevelt, No. 124 - Fone: 3258.6345. 



Escrito por Régis às 17h46
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PRA QUEM GOSTA DE DAR BOAS GARGALHADAS

 

Estreou no dia 08/09 a peça do meu amigo João Fábio Cabral, UM INESQUECÍVEL PRESENTE DE QUINZE ANDARES. Eu não pude assistir ainda, mas os amigos (insuspeitos) que já assistiram recomendam, e como eu conheço o talento do João, como ator e como dramaturgo, eu também indico e assino embaixo. Vá, leve seus amigos, seus inimigos, a sogra, o cunhado pentelho, a vizinha mal-humorada, a garota (ou o carinha) que você tá cortejando, esse é um espetáculo ideal pra fazer as pazes, terminar romances, começar outros, levantar o astral, dizimar rancores, enfim... todo mundo vai sair do espetáculo se sentindo mais leve, até mesmo os rancorosos, acreditem. E é uma boa oportunidade de ver em cena um elenco afinado, um texto muito engraçado e testemunhar um GRANDE ator em cena, ele mesmo, João Fábio Cabral.

 

 

de 08 de Setembro a 19 de Dezembro

Às Quintas e Sextas - 21:30 hs

Espaço dos Satyros Dois

Pça Roosevelt, 124

 

Com

Fabiana Carlucci

Fabiano Palmirini

Fernanda Catani

João Fábio Cabral

Paulo Campos

 



Escrito por Régis às 15h12
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